Seja você EXPERT ou INICIANTE, Você Sabia?
Age of Empires é considerado o melhor jogo de estratégia
de todos os tempos, a jogabilidade do Age of Empires 2 - The Conquerors
é incomparável, nenhum outro jogo o supera, portanto, toda e qualquer
informação pode ajudar e muito no transcorrer de uma batalha.
Essa página do site é dedicadas as "dicas rápidas",
aqui você toma conhecimento delas, pra algo mais detalhado você pode
visualizar nossa página de
Estratégias
e Dicas.
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Você sabia que
se você for huno e deleta o seu centro da cidade a sua pop fica, por
exemplo, 30/199?

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Você sabia que
os grandes mercados na Idade Média surgiram depois do Arado, já que
a criação deste impulsionou a produção de alimentos para o
desenvolvimento do primeiro? Porém no Age, Mercados são construídos
na Idade Feudal e o Arado só é pesquisado na Idade dos Castelos.
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Você sabia que depois que um
quando um aliado teu morre, você pode destruir as coisas dele
simplesmente selecionando elas e apertando o botão "Delete"?
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Você sabia que
é possível um jogo entre um PC com e outro sem o patch do Heroes?
Porém, haverá um erro de sincronia caso um dos jogadores com Heroes
construa uma Torre dos Heróis, sendo que o jogo será salvo e
fechado.
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Você sabia que
quando você estiver vendo um RG se logo no começo você for ao Chat
você pode ver o que foi conversado antes de iniciar o jogo, na parte
em que se configura o jogo, desde que foi selecionada a opção de
gravar o jogo?
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Você sabia que ao contrário de
outras unidades os onagros tem facilidade em destruir outras armas
de cerco?
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Você sabia que
TODA civilização possui, na Universidade, Arremesso, Balística e
Química? E que toda civilização possui no Monastério, Fé e Fervor?
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Você sabia que se você
começar
plantando as fazendas pela parte de cima (da TC) elas rendem mais
comida?
Imagem
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Você
sabia que pode usar os "morrinhos" a
seu favor? Todos os guerreiros tem mais vantagem quando estão na
parte mais alta de um morrinho. Isso também vale pra coleta de
recursos e construções, coloque sempre o lumber, moinho, minas na
parte de cima dos recursos, os aldeões também constroem mais rápido
se estiver na parte de cima.
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Você sabia que os Champion dos Aztecas, com seu
bônus, funcionam como um Pikeman de 70 pontos de vida. Claro se você
tiver jogando com alguma civilização que tenha halberdier é melhor
usá-los contra cavalaria, pois o dano é maior.
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Os PERTADOS
eram unidades suicidas usadas na idade media, normalmente eram
prisioneiros q como passariam o resto da vida nas masmorras,
preferiam morrer como martir pelo rei.
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Você Sabia que pode usar a
tecla SHIFT para fazer uma rota pra suas unidades?
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Quando tiver jogando contra Goths,
machuque sua economia desde a feudal, para ele não ter forças na
Imperial, Responda ao exercito dos Goths com muita cavalaria e
mangonéis, esqueça os arqueiros, eles não fazem nem cócegas nos
Huskarls.
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Todas
as vilas e cidades possuíam um centro administrativo que era a sede
do poder e da liderança governamental. Durante a Idade das Trevas,
esta pode ter sido a casa do líder local. Posteriormente pode ter
sido a administração da cidade ou a mansão do senhor local. O centro
da cidade normalmente era o local onde se armazenavam importantes
suprimentos, especialmente alimentos e excedentes. A destruição do
centro da cidade normalmente significava a perda da infra-estrutura
governamental da cidade. Se não pudesse ser recuperado, a cidade ou
vila parava de funcionar.
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Um
dos empreendimentos industriais iniciais da Idade Média foi o Moinho
triturador. Transferida da antiguidade, esta tecnologia acelerava
bastante o processo de transformar trigo ou outros grãos em farinha
e que, sem ela, seria árduo. Os moinhos usavam a força da água, do
vento e de animais para girar a pedra moedora. Os grãos eram
transformados em farinha e o proprietário do moinho ficava com uma
porcentagem da farinha como pagamento. Os moinhos podiam pertencer a
um senhor local, a um mosteiro ou a um empresário. Os lucros dos
Moinhos induziram a conflitos e à competição, e o direito de moer
grãos para uma comunidade devia ser pago e defendido. Os donos de
moinhos tornavam-se modestamente ricos. Eles tornavam-se parte da
ascendente classe média dos comerciantes e artesãos que crescia em
importância à medida que a Idade Média progredia.
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A
tecnologia de fazenda foi transferida para a Idade Média e evoluída.
Os solos do norte da Europa normalmente eram ricos depósitos
glaciais ocultos sob densas florestas. No decorrer da Idade Média,
grande parte desta terra foi desmatada e transformada em fazendas.
Os aprimoramentos tecnológicos principais na fazenda foram os
arreios para cavalos, o arado pesado e a rotação de culturas. Os
novos arreios para cavalos não sufocavam o animal e aumentavam a
força de tração. O arado pesado podia cavar solos densos. As
fazendas na Europa eram grandes empreendimentos comunitários onde
cada família recebia a produção de diversas linhas do campo. A
produção de algumas linhas ia diretamente para o senhor local como
aluguel.
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As
grandes florestas da Idade das Trevas na Europa eram um importante
recurso natural que era convertido em madeira para edificação e
lenha para combustível. A madeira era cortada dos troncos de árvores
em uma Serraria. As Serrarias antigas contavam com trabalho
altamente intenso. Um tronco era deixado perpendicular ao chão sobre
um buraco. Com um homem acima do chão e outro dentro do buraco, uma
serra longa de ferro era usada para serrar tábuas do tronco. Na
Idade Média, foi desenvolvida uma tecnologia melhor para usar a
força da água ou de animais para movimentar as serras e aumentar a
produtividade.
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Peixes
secos e salgados eram produtos valiosos na Idade Média por serem uma
fonte de proteínas que podia ser transportada e armazenada. O
bacalhau vindo da Islândia e da Noruega era um recurso especialmente
valioso. Os aprimoramentos da tecnologia de pesca incluíram a
armadilha para peixes, que permitia pescar com rede os peixes que
migravam rio acima e em áreas costeiras.
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À
medida que a Idade das Trevas cedeu lugar para melhores condições
econômicas, o intercâmbio de produtos e mercadorias manufaturadas
aumentou. Cidades de todos os tamanhos reservavam uma área para um
mercado, onde fazendeiros e negociantes podiam montar barracas para
vender suas mercadorias. Um ou mais dias por semana eram designados
dias comerciais e se tornaram o esboço social dos dias úteis como os
conhecemos. O mercado também era um lugar para a troca de idéias,
entretenimento (trovadores, acrobatas e músicos) e a difusão de
notícias.
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A tecnologia de
trabalho com ferro foi aprendida pelas tribos bárbaras da Europa
antes da queda de Roma e foi transferida para a Idade das Trevas. O
trabalho com ferro era feito pela Ferraria, assim chamada em parte
por causa do ferro escuro trabalhado ali e pela fuligem preta que
cobria os trabalhadores todos os dias. Na Ferraria o ferro era
fundido e moldado como ferramentas, armas, escudos e armaduras. A
capacidade para fazer armas e armaduras superiores tornou-se uma
habilidade altamente apreciada e bem recompensada.Os ferreiros, os
fabricantes de armaduras e de armas se deslocavam para a classe
média em ascensão.
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Durante os dias mais estagnados da Idade das Trevas, a aprendizagem
estava extinta quase por inteiro na maior parte da Europa. Padres e
monges dispersos em mosteiros isolados transferiram a habilidade de
ler e escrever, e mantiveram vivos os livros, copiando manuscritos
antigos. Carlos Magno tentou reverter esta tendência, criando uma
escola para treinar homens que pudessem ajudá-lo a controlar seu
império, mas esta experiência desapareceu vastamente sob uma nova
onda de invasões bárbaras vindas do norte e do leste. Os primeiros
centros de aprendizagem superior foram associados às grandes cidades
de catedrais, como Cambridge, Oxford, Pádua e Paris. Futuros padres
e líderes de igreja recebiam aprendizado do Latim, da Bíblia, da
filosofia cristã e dos outros escritos cristãos. A medicina, a
ciência e a matemática não foram inseridas nos currículos até muito
mais tarde. O graduados dessas primeiras universidades conduziam a
Igreja e formavam um grupo de homens cultos que serviam gerações de
reis europeus como conselheiros e administradores.
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Uma
característica cultural distinta das grandes civilizações da Idade
Média foi a arquitetura. As edificações no Japão, Escandinávia,
Grã-Bretanha, Constantinopla e Arábia eram muito diferentes e
empregavam diferentes técnicas de construção. Em muitos casos,
edificações especialmente notáveis mantêmse como ícones para a
civilização de edificações, marcando-a por toda vida como uma
cultura que alcançou a grandeza, ainda que temporária. Exemplos
desses ícones culturais da Idade Média são a Catedral em Chartres, o
Palácio de Carlos Magno e a Santa Sofia em Constantinopla.
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As armas são feitas e armazenadas e os
soldados
são treinados nos Quartéis militares. Durante o final da Idade
Média, os quartéis militares eram incorporados no complexo do
Castelo. O quartel militar tornou-se também parte do castelo onde os
soldados profissionais viviam, prontos para ajudar a defendê-lo e
manter a ordem nas proximidades.
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Enquanto
a Idade Média avançava, o aumento da importância dos guerreiros
montados criava uma demanda por muitos cavalos, que eram criados e
mantidos no Estábulo. Criava-se uma variedade de cavalos, como os
para viagem de longa distância, cavalos ágeis para movimentação
rápida e o cavalo de batalha pesado. As unidades de cavalaria leve e
de reconhecimento precisavam de cavalos rápidos com muita energia.
Eram necessários cavalos de batalha pesados de grande resistência
para carregar cavaleiros com armadura completa em combate. Os
guerreiros montados eram treinados no Estábulo, e também aprendiam
as habilidades da luta sobre o cavalo com lança, arpão, espada,
mangual, clava e martelo. Em outras partes do mundo, camelos e
elefantes eram criados e mantidos para o combate montado.
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Os
primeiros castelos apareceram na Europa no século 9o como um
aprimoramento do baluarte do senhor local. Os castelos eram
taticamente defensivos, porém estrategicamente ofensivos. Devido à
grande dificuldade de serem capturados, se adequadamente defendidos,
eles forneciam uma base segura da qual uma força móvel de guerreiros
podia estender o controle político. Um senhor local se instalava em
seu interior com uma força profissional de guerreiros para servi-lo.
Os castelos se espalharam pela Europa nos séculos 10 e 11 em
resposta à fraca autoridade central e aos ataques dos bárbaros
vindos do norte e do leste. Os reis passaram o restante da Idade
Média tentando obter de volta o controle dos castelos construídos
pelos senhores locais. O desenvolvimento da artilharia pesada, móvel
e segura no século 15 finalmente tornou os castelos obsoletos.
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Tribos
bárbaras migravam pela Europa durante a Idade Média, sendo
deslocadas por outras migrações vindas do oeste e procuravam terras
para se assentarem. Bandos de guerrilheiros vagavam pelos campos
procurando pilhagens. Nessas épocas turbulentas, eram tomadas
precauções defensivas. As vilas eram fortalecidas por paliçadas -
muralhas construídas com madeira. Embora fossem preferíveis muralhas
de pedra, a madeira era abundante e fácil de usar e uma paliçada
podia ser erigida em uma fração do tempo que uma muralha de pedra
levaria. À noite, os aldeões traziam todos os animais, mercadorias e
ferramentas para dentro da paliçada para proteção.
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O
mundo de 500 d.C. era muito menos populoso do que o mundo de hoje e
havia grandes extensões de terra vazia e desolada. Para manter a
vigilância da fronteira, os senhores estabeleciam postos avançados
que forneciam aviso antecipado sobre ataques e relatavam movimentos
de colonos e caravanas de comércio. À medida que a terra tornava-se
mais populosa e mais colonizada, os postos avançados eram
substituídos pelo estabelecimento de castelos e comunidades nas
fronteiras.
Próximos você sabia: Assuntos Militares
Camponeses
e trabalhadores locais chamados para o dever militar nos
momentos de
emergência formam a milícia. Esses soldados temporários normalmente
eram equipados com armas e armaduras de segunda categoria. Eles
retornavam às suas ocupações normais quando terminava a situação de
emergência. Os grupos de milícia normalmente eram usados como tropas
de segunda linha, quando os grandes senhores reuniam seus vassalos
para uma campanha. A milícia ficava disponível para as demandas de
luta menores e para outras tarefas para dar suporte ao exército
principal. Harold Godwinson da Inglaterra manteve sua área em 1066
em Hastings apenas com seus vassalos. Se tivesse recuado e chamado a
milícia anglo-saxã, conhecida como furd, alguns historiadores
acreditam que ele não teria perdido o reinado para William, o
Conquistador. Em grande parte da Idade das Trevas existiam apenas
pequenos exércitos profissionais no Ocidente. Milícias conduzidas
por líderes fortes e seus poucos partidários realizaram grande parte
das lutas na Idade das Trevas.
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